Efeitos de outros medicamentos sobre o sildenafila: o metabolismo do sildenafila é principalmente mediado pelas isoformas 3A4 (via principal) e 2C9 (via menor) do citocromo P450 (CYP). Assim, os inibidores destas isoenzimas podem reduzir a depuração do sildenafila, e os indutores destas mesmas isoenzimas podem aumentar a depuração do sildenafila. Não existem dados relativos à interacção do sildenafila com os inibidores não específicos das fosfodiesterases, tais como, a teofilina ou o dipiridamol. A sildenafila aumenta o efeito hipotensor dos nitratos, como o nitrato de amilo e a nitroglicerina usados no tratamento da doença cardíaca. Quando administrado junto com medicamentos que contém óxido nítrico, nitritos e nitratos orgânicos, como a nitroglicerina (trinitrato de glicerina), nitroprussiato de sódio, nitrito de amila[16] Em homens para os quais a relação sexual não é recomendável devido aos fatores de risco cardiovascular Insuficiência hepática severa (função do fígado diminuída) Pessoas que sofreram um AVC recentemente ou ataque cardíaco Desordens retinais degenerativas hereditárias (incluindo desordens genéticas das fosfodiesterases retinais) Parte do processo fisiológico da ereção envolve o sistema nervoso parassimpático causando a liberação de óxido nítrico (NO) no corpo cavernoso do pênis.
2. Citrato de sildenafila 100 mg
O NO se liga aos receptores da enzima guanilato ciclase o que resulta em níveis aumentados de guanosina monofosfato cíclico (GMPc), induzindo a musculatura lisa do corpo cavernoso ao relaxamento (causando vasodilatação), resultando num influxo maior de sangue, que é a causa da ereção. O sildenafila é um potente inibidor seletivo da fosfodiesterase tipo 5 específica do GMPc (PDE5), que é responsável pela degradação do GMPc no corpo cavernoso do pênis. A estrutura molecular do sildenafila é semelhante à do GMPc e atua como um agente competitivo de ligação da PDE5 no corpo cavernoso, resultando em mais GMPc disponível e, graças à vasodilatação que o GMPc disponível gera, ereções melhores. Sem o estímulo sexual, e conseqüentemente deficiência da ativação do sistema NO/GMPc, o sildenafila não causa ereção. Outros medicamentos que funcionam através deste mesmo mecanismo incluem a tadalafila (Cialis®), a vardenafila (Levitra®) e a avanafila (Spedra®). 200 mg não aumenta a
O Viagra (citrato de sildenafil) é um medicamento de prescrição médica obrigatória em Portugal, indicado para o tratamento da disfunção erétil.
O seu efeito ocorre geralmente entre 30 a 60 minutos após a toma e pode durar até quatro horas, dependendo da dose e do metabolismo de cada pessoa.
Em Portugal, o Viagra está disponível em dosagens de 25 mg, 50 mg e 100 mg, sendo a dose inicial recomendada habitualmente de 50 mg.
A toma deve ser feita aproximadamente uma hora antes da actividade sexual, e o medicamento só funciona mediante estimulação sexual.
O Viagra não é uma hormona nem um afrodisíaco; actua aumentando o fluxo sanguíneo para o pénis, facilitando a erecção.
sua eficácia, mas aumenta
Dose inicial
Dose máxima
Frequência
Modo de administração
50 mg
100 mg por dia
Uma vez por dia
Via oral, com água
Ajuste para idosos
25 mg em doentes com insuficiência hepática
Máximo uma toma diária
Administrar cerca de 1 hora antes da atividade sexual
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